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Arquitetura


A Arquitetura High Tech, ou de Alta Tecnologia, é uma corrente da arquitetura, emergente nos anos 70, muito centrada no emprego de materiais de tecnologia avançada nas construções, como o próprio nome indica. No Design, também, teve forte marcação. Historiadores classificam-na dentro de um chamado Tardo-modernismo, juntamente com outras atitudes estéticas, como o Slick-tech, numa alusão aos valores contrapostos às atitudes pós-modernas associadas à este tipo de intervenção que caracteriza a High Tech. Um exemplo famoso deste tipo de arquitetura é o Centro Pompidou em Paris, projetado por Richard Rogers e Renzo Piano.

Escrito por Edinha às 12:29
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''A Cúpula da Catedral de Santa Maria del Fiore, Florença, construída no século XV. É uma fantástica combinação de beleza e arquitetura.''Renzo Piano

Filippo Brunelleschi (Florença, 1377Florença, 1446) foi um arquitecto renascentista. Começou a vida como ourives e foi, posteriormente, um arquitecto, o pioneiro desta arte na Renascença.A sua obra mais conhecida é a cúpula da catedral (Duomo em italiano) Santa Maria del Fiore, em Florença. Construída em 1434, foi a primeira cúpula de grandes dimensões, erguida na Itália, desde a Antiguidade sobre uma enorme base octagonal.

 



Escrito por Edinha às 12:25
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Golden Nugget - Las Vegas

Swim With Sharks in Las Vegas 

 

     



Escrito por Edinha às 23:25
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segundo período

 

 



Escrito por Edinha às 22:23
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Diagnóstico e levantamento da Avenida Ricardo Paranhos- PR2 - segundo período - orientador:Silvio

    



Escrito por Edinha às 21:59
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Uma grande caixa de vidro que muda de cor envolve a loja-conceito do grupo Santa Helena, localizada na região dos Jardins, uma das mais valorizadas em São Paulo. O projeto de arquitetura e interiores buscou soluções tecnológicas que traduzissem ineditismo, flexibilidade e requinte, de forma a criar uma ambientação diferenciada para a venda de itens da linha de produtos para o lar. No espaço predominam vidro, aço e madeira em composições neutras, que valorizam os objetos expostos.

O cruzamento das ruas Oscar Freire e Haddock Lobo é um dos pontos mais valorizados do comércio sofisticado de São Paulo. Justamente numa dessas esquinas, uma construção nunca ocupada permaneceu vazia por mais de 12 anos. Disputadíssimo entre os lojistas, o prédio finalmente recebeu em 2008 seu primeiro locatário: o Espaço Santa Helena, marca que detém as grifes Cleusa Presentes e Suxxar e vende mais de 20 mil itens entre eletrodomésticos, cristais, pratarias, porcelanas, objetos de decoração, utensílios para cozinha e equipamentos de áudio e vídeo. “É uma loja-conceito, um piloto para outras unidades do Espaço Santa Helena e também para as lojas menores, que comercializam apenas uma ou outra grife”, detalha Jayme Lago Mestieri, arquiteto que venceu o concurso fechado para a seleção do projeto.

A proposta escolhida implicou significativa reforma do prédio e permitiu atender às premissas estabelecidas pelo cliente. “Ele desejava um projeto inédito e estava disposto a investir em protótipos para encontrar as melhores soluções em tecnologia”, afirma Mestieri. As obras começaram pela demolição da fachada original, da circulação vertical e pela relocação de vários pilares e do vazio central, abrindo um espaço completamente novo. “Praticamente só sobraram as lajes no lugar original”, conta o arquiteto. A intervenção durou sete meses e a retirada dos tapumes revelou a grande fachada que combina vidro serigrafado preto nos arremates laterais e laminados com películas que trazem o desenho de rosas na área central. Uma segunda película, reticulada, contribui para preservar a vista para o exterior mesmo com a mudança de cores da fachada, efeito criado com a instalação de linhas de leds na altura das lajes dos pavimentos superiores.

                                              

 

Afastada 60 centímetros das lajes, a fachada - desenvolvida em co-autoria com a Matec Engenharia, empresa encarregada do gerenciamento da obra - é sustentada por colunas também de vidro e apresenta placas estruturadas por aranhas de quatro pernas.

O sistema é o mesmo que dá suporte à escada interna em espiral, com guarda-corpo e degraus de vidro. A escada contorna a caixa do elevador e, por sua vez, é circundada pelas prateleiras que fazem o pano de fundo para o balcão curvo da recepção, também elaborado em vidro.

O arquiteto desenvolveu o mobiliário e empregou madeira rústica para contrastar com o aço e o vidro, dando uma ambientação mais aconchegante aos interiores. Na face inferior das prateleiras, a linha de leds que ilumina os objetos em exposição pode ser relocada, o que dá flexibilidade à exposição das peças.

“Com três centímetros de espessura e capacidade para mais de cem quilos cada uma, as prateleiras são removíveis e podem ser encaixadas em qualquer ponto do painel de fundo”, garante Mestieri.

   

 

Os expositores de produtos receberam tratamento em linguagem diferenciada. As prateleiras podem ser removidas e encaixadas em qualquer ponto do painel de fundo
 
Sancas reforçam o desenho de arquitetura. Elas embutem lâmpadas fluorescentes, que também aparecem nos expositores com laterais de acrílico
 

O terraço descoberto complementa o espaço para eventos

 

  A vista noturna evidencia o envelopamento duplo somente na área da cobertura



Escrito por Edinha às 21:49
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O arquiteto Arthur Casas é responsável pelo projeto da loja do estilista brasileiro Alexandre Herchcovitch na capital do Japão, aberta em 2007. Um dos mais incensados criadores de moda do país na atualidade, Herchcovitch expõe e vende suas peças - os japoneses são vorazes consumidores de roupas - numa caixa cujas fachadas se alteram periodicamente com as estampas das coleções que ele desenha.

Há décadas Tóquio importa modelos do Brasil para desfilarem criações de estilistas internacionais. Mais recentemente, os japoneses começaram também a levar para sua capital a moda desenhada por criadores brasileiros. É para esse mercado que Alexandre Herchcovitch informa destinar a maior parte das roupas que exporta. Natural, portanto, que a cidade fosse escolhida por ele para receber sua primeira loja fora do território nacional.

Inaugurada no primeiro semestre do ano passado, a loja se localiza no bairro de Shibuya-ku, região que concentra destacadas grifes internacionais. O projeto também é brasileiro, assinado pelo arquiteto Arthur Casas. A construção, com 18 metros lineares de perímetro e 6,50 metros de altura, é uma grande caixa mutante, cujas fachadas são suporte para as estampas desenhadas por Herchcovitch para suas coleções.

Casas conta que a edificação já existia e provavelmente foi construída como espaço comercial. “Como não possuía nenhum charme, decidi cobri-la com uma estrutura de fórmica, que funciona como suporte para as estampas das criações do estilista, substituídas a cada nova coleção”, explica o arquiteto. Para o autor, o desenho proposto desperta curiosidade quando a loja está fechada - uma curiosidade que não se sacia por completo quando está aberta, já que “ela não se expõe completamente”, ele observa.

O arquiteto afirma ter desenvolvido o projeto de acordo com o que ele observa ser o comportamento dos consumidores daquele país. “O japonês é mais curioso e exclusivista do que o norte-americano ou o brasileiro. No Brasil, as lojas precisam ter uma vitrine poderosa e os produtos devem ser superexpostos; no Japão, isso não é importante”, avalia.

A idéia do arquiteto - executada por uma empresa japonesa de acordo com a proposta inicial - era justamente trabalhar com essa curiosidade. Como as roupas desenhadas por Herchcovitch são muito ricas em detalhes, Casas diz que o projeto de interiores resolveu focar nelas sua atenção. “São as peças que devem atrair, e não a arquitetura”, justifica. Por isso, ele optou por trabalhar com materiais neutros, mas com “algum humor”. Os azulejos que se abrem e funcionam como suporte para acessórios são um exemplo, citado pelo autor, dessa verve. Uma grande pedra encontrada nas escavações durante a construção foi mantida como parte da ambientação.

A neutralidade aparece também no desenho da caixa registradora, executada em metal espelhado, de forma a passar quase despercebida. Outro ponto interessante no projeto foi dar dupla função às lâmpadas fluorescentes, que foram revestidas com acrílico: além de iluminar, elas são utilizadas como suportes para as roupas.

Casas revela ainda que recebeu de Herchcovitch total liberdade para criar, apenas com a recomendação de que fossem projetados suportes em número suficiente para o que seria exposto.

 



Escrito por Edinha às 21:46
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O projecto de estudo de arquitetura suíça Herzog & de Meuron é uma fascinante estrutura onde mais de 35.000 toneladas de aço são interligados, como galhos delgado, para executar o ninho, um ninho que vai mais de noventa mil espectadores cético dos Jogos Olímpicos em Pequim.
O projeto foi o vencedor do concurso lançado em 2002, graças à sua forma suave, original e orgânica. Uma forma dada por inúmeras harmonias que além de dar uma bela obra de arquitectura contemporânea, é uma interessante obra prima de engenharia e meticuloso.
A estrutura é toda coberta com duas camadas de material translúcido: o EFTE, já utilizado pelos arquitetos suíços para o Allianz Arena, em Munique Mônaco e utilizado para a etapa de natação Pequim, o Water Cube. Este material, desde o surpreendente desempenho (um dos muitos que, quando se queima não emite ou de fogo ou fumaça) é usado tanto como uma membrana protectora resistente aos elementos, tal como está (para o interior membrana) isolamento acústico. Uma parte integrante da estrutura do telhado é o ninho, um reservatório transparente que permite que o feixe de luz refletida fora (e protege os espectadores de qualquer chuva).
As rotas são marcadas por elementos internos ardósia, intercaladas com matas de bambu, pedras e blocos pequenos jardins cobertos. Nesta arquitetura, em que a fachada ea estrutura coincidem, o efeito visual é impressionante, apesar dos simplicity da el'essenzialità. Natureza é semper a aprende.



Escrito por Edinha às 21:41
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Para festejar o seu trigésimo aniversário, o Centro Cultural Georges Pompidou, mais conhecido como Beaubourg, está a expandir-se com uma nova sede na cidade de Metz, na Lorena, que será inaugurado no início de 2008.
Come avveniristico fu il progetto di Richard Rogers e Renzo Piano per la sede parigina, così lo sarà il progetto dell'architetto giapponese Shigeru Ban per la prima filiale francese del Beaubourg. Como era a desenho futurista de Renzo Piano e Richard Rogers Paris para a sede, pelo que o projecto vai ser o arquiteto japonês Shigeru Ban para a primeira sucursal francesa da Beaubourg.
L'architetto giapponese, noto per la leggerezza e l'ecologicità dei suoi progetti, si è stanziato temporaneamente in un tunnel di legno lungo 34 metri allestito sul tetto del Centre Pompidou, dove ha lavorato a questo museo in collaborazione col francese Jean de Gastines. O arquiteto japonês conhecido pela sua leveza e Umweltfreundlichkeit de projetos, tem temporariamente retiradas de um túnel de 34 metros de comprimento madeira fixado no telhado do Centro Pompidou, onde trabalhou com este museu, em colaboração com o francês Jean de Gastines.
La copertura dell'edificio è ispirata ad un cappello tipico cinese in giunco del quale riporta lo stasso intreccio in legno. O telhado do edifício é inspirada por um chapéu típico chinês rush, que mostra a interligação entre Stassi madeira.
La struttura occuperà una superficie totale di 12000 metri quadrati di cui metà destinati a spazi espositivi. A estrutura ocupará uma área total de 12.000 metros quadrados dos quais metade para exibição.



Escrito por Edinha às 21:31
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