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Maquete Volumétrica

Escrito por Edinha às 13:17
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TRABALHOS DO PRIMEIRO PERÍODO



Escrito por Edinha às 00:04
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TRABALHOS DO PRIMEIRO PERÍODO


Painel 2d -Prof:Marcia - Nota:8,5 - Expressão Gráfica
Escrito por Edinha às 21:23
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TRABALHOS DO PRIMEIRO PERÍODO


Estudo da forma - professor :Sirineu - Nota:8,0 - Expressão Gráfica
Escrito por Edinha às 21:05
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TRABALHOS DO PRIMEIRO PERÍODO

Avenida Goiás -sktchup Nota:8,5 - Prof:Carlos -Desenho Projetivo 1



Desenho da Paisagem - Nota: 9,0 - Prof: Márcia -Expressão Gráfica
Escrito por Edinha às 20:17
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A Arquitetura High Tech, ou de Alta Tecnologia, é uma corrente da arquitetura, emergente nos anos 70, muito centrada no emprego de materiais de tecnologia avançada nas construções, como o próprio nome indica. No Design, também, teve forte marcação. Historiadores classificam-na dentro de um chamado Tardo-modernismo, juntamente com outras atitudes estéticas, como o Slick-tech, numa alusão aos valores contrapostos às atitudes pós-modernas associadas à este tipo de intervenção que caracteriza a High Tech. Um exemplo famoso deste tipo de arquitetura é o Centro Pompidou em Paris, projetado por Richard Rogers e Renzo Piano. 
Escrito por Edinha às 12:29
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''A Cúpula da Catedral de Santa Maria del Fiore, Florença, construída no século XV. É uma fantástica combinação de beleza e arquitetura.''Renzo Piano
Filippo Brunelleschi (Florença, 1377 — Florença, 1446) foi um arquitecto renascentista. Começou a vida como ourives e foi, posteriormente, um arquitecto, o pioneiro desta arte na Renascença.A sua obra mais conhecida é a cúpula da catedral (Duomo em italiano) Santa Maria del Fiore, em Florença. Construída em 1434, foi a primeira cúpula de grandes dimensões, erguida na Itália, desde a Antiguidade sobre uma enorme base octagonal.
Escrito por Edinha às 12:25
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Golden Nugget - Las Vegas


Escrito por Edinha às 23:25
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segundo período






Escrito por Edinha às 22:23
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Diagnóstico e levantamento da Avenida Ricardo Paranhos- PR2 - segundo período - orientador:Silvio

Escrito por Edinha às 21:59
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| Uma grande caixa de vidro que muda de cor envolve a loja-conceito do grupo Santa Helena, localizada na região dos Jardins, uma das mais valorizadas em São Paulo. O projeto de arquitetura e interiores buscou soluções tecnológicas que traduzissem ineditismo, flexibilidade e requinte, de forma a criar uma ambientação diferenciada para a venda de itens da linha de produtos para o lar. No espaço predominam vidro, aço e madeira em composições neutras, que valorizam os objetos expostos. |
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O cruzamento das ruas Oscar Freire e Haddock Lobo é um dos pontos mais valorizados do comércio sofisticado de São Paulo. Justamente numa dessas esquinas, uma construção nunca ocupada permaneceu vazia por mais de 12 anos. Disputadíssimo entre os lojistas, o prédio finalmente recebeu em 2008 seu primeiro locatário: o Espaço Santa Helena, marca que detém as grifes Cleusa Presentes e Suxxar e vende mais de 20 mil itens entre eletrodomésticos, cristais, pratarias, porcelanas, objetos de decoração, utensílios para cozinha e equipamentos de áudio e vídeo. “É uma loja-conceito, um piloto para outras unidades do Espaço Santa Helena e também para as lojas menores, que comercializam apenas uma ou outra grife”, detalha Jayme Lago Mestieri, arquiteto que venceu o concurso fechado para a seleção do projeto.
A proposta escolhida implicou significativa reforma do prédio e permitiu atender às premissas estabelecidas pelo cliente. “Ele desejava um projeto inédito e estava disposto a investir em protótipos para encontrar as melhores soluções em tecnologia”, afirma Mestieri. As obras começaram pela demolição da fachada original, da circulação vertical e pela relocação de vários pilares e do vazio central, abrindo um espaço completamente novo. “Praticamente só sobraram as lajes no lugar original”, conta o arquiteto. A intervenção durou sete meses e a retirada dos tapumes revelou a grande fachada que combina vidro serigrafado preto nos arremates laterais e laminados com películas que trazem o desenho de rosas na área central. Uma segunda película, reticulada, contribui para preservar a vista para o exterior mesmo com a mudança de cores da fachada, efeito criado com a instalação de linhas de leds na altura das lajes dos pavimentos superiores. |
  

Afastada 60 centímetros das lajes, a fachada - desenvolvida em co-autoria com a Matec Engenharia, empresa encarregada do gerenciamento da obra - é sustentada por colunas também de vidro e apresenta placas estruturadas por aranhas de quatro pernas.
O sistema é o mesmo que dá suporte à escada interna em espiral, com guarda-corpo e degraus de vidro. A escada contorna a caixa do elevador e, por sua vez, é circundada pelas prateleiras que fazem o pano de fundo para o balcão curvo da recepção, também elaborado em vidro.
O arquiteto desenvolveu o mobiliário e empregou madeira rústica para contrastar com o aço e o vidro, dando uma ambientação mais aconchegante aos interiores. Na face inferior das prateleiras, a linha de leds que ilumina os objetos em exposição pode ser relocada, o que dá flexibilidade à exposição das peças.
“Com três centímetros de espessura e capacidade para mais de cem quilos cada uma, as prateleiras são removíveis e podem ser encaixadas em qualquer ponto do painel de fundo”, garante Mestieri.
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| Os expositores de produtos receberam tratamento em linguagem diferenciada. As prateleiras podem ser removidas e encaixadas em qualquer ponto do painel de fundo |
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| Sancas reforçam o desenho de arquitetura. Elas embutem lâmpadas fluorescentes, que também aparecem nos expositores com laterais de acrílico |
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O terraço descoberto complementa o espaço para eventos
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A vista noturna evidencia o envelopamento duplo somente na área da cobertura | | |
Escrito por Edinha às 21:49
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| O arquiteto Arthur Casas é responsável pelo projeto da loja do estilista brasileiro Alexandre Herchcovitch na capital do Japão, aberta em 2007. Um dos mais incensados criadores de moda do país na atualidade, Herchcovitch expõe e vende suas peças - os japoneses são vorazes consumidores de roupas - numa caixa cujas fachadas se alteram periodicamente com as estampas das coleções que ele desenha. |
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Há décadas Tóquio importa modelos do Brasil para desfilarem criações de estilistas internacionais. Mais recentemente, os japoneses começaram também a levar para sua capital a moda desenhada por criadores brasileiros. É para esse mercado que Alexandre Herchcovitch informa destinar a maior parte das roupas que exporta. Natural, portanto, que a cidade fosse escolhida por ele para receber sua primeira loja fora do território nacional.
Inaugurada no primeiro semestre do ano passado, a loja se localiza no bairro de Shibuya-ku, região que concentra destacadas grifes internacionais. O projeto também é brasileiro, assinado pelo arquiteto Arthur Casas. A construção, com 18 metros lineares de perímetro e 6,50 metros de altura, é uma grande caixa mutante, cujas fachadas são suporte para as estampas desenhadas por Herchcovitch para suas coleções.
Casas conta que a edificação já existia e provavelmente foi construída como espaço comercial. “Como não possuía nenhum charme, decidi cobri-la com uma estrutura de fórmica, que funciona como suporte para as estampas das criações do estilista, substituídas a cada nova coleção”, explica o arquiteto. Para o autor, o desenho proposto desperta curiosidade quando a loja está fechada - uma curiosidade que não se sacia por completo quando está aberta, já que “ela não se expõe completamente”, ele observa.
O arquiteto afirma ter desenvolvido o projeto de acordo com o que ele observa ser o comportamento dos consumidores daquele país. “O japonês é mais curioso e exclusivista do que o norte-americano ou o brasileiro. No Brasil, as lojas precisam ter uma vitrine poderosa e os produtos devem ser superexpostos; no Japão, isso não é importante”, avalia.
A idéia do arquiteto - executada por uma empresa japonesa de acordo com a proposta inicial - era justamente trabalhar com essa curiosidade. Como as roupas desenhadas por Herchcovitch são muito ricas em detalhes, Casas diz que o projeto de interiores resolveu focar nelas sua atenção. “São as peças que devem atrair, e não a arquitetura”, justifica. Por isso, ele optou por trabalhar com materiais neutros, mas com “algum humor”. Os azulejos que se abrem e funcionam como suporte para acessórios são um exemplo, citado pelo autor, dessa verve. Uma grande pedra encontrada nas escavações durante a construção foi mantida como parte da ambientação.
A neutralidade aparece também no desenho da caixa registradora, executada em metal espelhado, de forma a passar quase despercebida. Outro ponto interessante no projeto foi dar dupla função às lâmpadas fluorescentes, que foram revestidas com acrílico: além de iluminar, elas são utilizadas como suportes para as roupas.
Casas revela ainda que recebeu de Herchcovitch total liberdade para criar, apenas com a recomendação de que fossem projetados suportes em número suficiente para o que seria exposto.

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Escrito por Edinha às 21:46
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O projecto de estudo de arquitetura suíça Herzog & de Meuron é uma fascinante estrutura onde mais de 35.000 toneladas de aço são interligados, como galhos delgado, para executar o ninho, um ninho que vai mais de noventa mil espectadores cético dos Jogos Olímpicos em Pequim. O projeto foi o vencedor do concurso lançado em 2002, graças à sua forma suave, original e orgânica. Uma forma dada por inúmeras harmonias que além de dar uma bela obra de arquitectura contemporânea, é uma interessante obra prima de engenharia e meticuloso. A estrutura é toda coberta com duas camadas de material translúcido: o EFTE, já utilizado pelos arquitetos suíços para o Allianz Arena, em Munique Mônaco e utilizado para a etapa de natação Pequim, o Water Cube. Este material, desde o surpreendente desempenho (um dos muitos que, quando se queima não emite ou de fogo ou fumaça) é usado tanto como uma membrana protectora resistente aos elementos, tal como está (para o interior membrana) isolamento acústico. Uma parte integrante da estrutura do telhado é o ninho, um reservatório transparente que permite que o feixe de luz refletida fora (e protege os espectadores de qualquer chuva). As rotas são marcadas por elementos internos ardósia, intercaladas com matas de bambu, pedras e blocos pequenos jardins cobertos. Nesta arquitetura, em que a fachada ea estrutura coincidem, o efeito visual é impressionante, apesar dos simplicity da el'essenzialità. Natureza é semper a aprende.


Escrito por Edinha às 21:41
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Para festejar o seu trigésimo aniversário, o Centro Cultural Georges Pompidou, mais conhecido como Beaubourg, está a expandir-se com uma nova sede na cidade de Metz, na Lorena, que será inaugurado no início de 2008. Come avveniristico fu il progetto di Richard Rogers e Renzo Piano per la sede parigina, così lo sarà il progetto dell'architetto giapponese Shigeru Ban per la prima filiale francese del Beaubourg. Como era a desenho futurista de Renzo Piano e Richard Rogers Paris para a sede, pelo que o projecto vai ser o arquiteto japonês Shigeru Ban para a primeira sucursal francesa da Beaubourg. L'architetto giapponese, noto per la leggerezza e l'ecologicità dei suoi progetti, si è stanziato temporaneamente in un tunnel di legno lungo 34 metri allestito sul tetto del Centre Pompidou, dove ha lavorato a questo museo in collaborazione col francese Jean de Gastines. O arquiteto japonês conhecido pela sua leveza e Umweltfreundlichkeit de projetos, tem temporariamente retiradas de um túnel de 34 metros de comprimento madeira fixado no telhado do Centro Pompidou, onde trabalhou com este museu, em colaboração com o francês Jean de Gastines. La copertura dell'edificio è ispirata ad un cappello tipico cinese in giunco del quale riporta lo stasso intreccio in legno. O telhado do edifício é inspirada por um chapéu típico chinês rush, que mostra a interligação entre Stassi madeira. La struttura occuperà una superficie totale di 12000 metri quadrati di cui metà destinati a spazi espositivi. A estrutura ocupará uma área total de 12.000 metros quadrados dos quais metade para exibição.
Escrito por Edinha às 21:31
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